Cada pessoa fica com uma linha de cima antes de qualquer travessa aparecer. Depois os caminhos surgem e cada linha leva a um lugar diferente. No Japão chama-se amidakuji; em inglês, ghost leg.
A escada não é mais um jeito de sortear: ela produz uma correspondência um para um. Cada pessoa cai em exatamente um resultado e cada resultado é levado por exatamente uma pessoa. Nenhum se duplica e nenhum sobra.
Uma roleta não consegue fazer isso. Se você girar seis vezes para distribuir seis tarefas, muito provavelmente uma sairá duas vezes enquanto outra fica sem ninguém, e você teria que apagar manualmente entre um giro e outro. A escada resolve isso por construção, e por isso é a ferramenta certa quando o que está embaixo é um conjunto a distribuir e não um saco de onde tirar.
O motivo matemático é elegante: cada travessa troca duas linhas vizinhas, e por mais trocas que você encadeie o resultado continua sendo uma permutação. Acrescentar travessas não quebra a propriedade um para um, só embaralha mais.
A verdadeira vantagem da escada não é matemática, é de procedimento. Os participantes escolhem a linha antes de os caminhos existirem. Isso significa que cada um tomou uma decisão real e que ninguém, nem quem organiza, podia saber aonde ela levava.
É aí que se desarma a suspeita de armação que qualquer sorteio carrega. Com uma roleta, o desconfiado precisa confiar na ferramenta. Com uma escada ele só precisa confiar que as travessas não estavam à vista quando escolheu, e isso ele confere com os próprios olhos. Por isso o formato é usado há séculos no Japão e na Coreia justamente para as decisões mais delicadas.
Além disso, ao tocar em Iniciar os resultados de baixo são embaralhados em posições novas. Mesmo que as travessas apareçam antes (na prévia de uma tela grande), ninguém consegue direcionar a distribuição: cada pessoa tem exatamente 1/n de chance de receber cada resultado, seja qual for o formato da escada.
É uma ferramenta de distribuição aleatória, conhecida como amidakuji no Japão e ghost leg em inglês. Cada pessoa escolhe uma linha no topo antes de as travessas horizontais aparecerem e depois segue o caminho até o resultado onde chega.
Sim, é gratuita, sem cadastro e sem instalação. Coloque os resultados embaixo, deixe cada um pegar a sua linha e revele a escada.
A escada produz uma correspondência um para um: cada pessoa recebe exatamente um resultado e cada resultado é atribuído uma única vez. A roleta pode repetir o mesmo resultado em giros seguidos e deixar outro sem dono.
Sim. As travessas são geradas aleatoriamente e, ao iniciar, os resultados de baixo são embaralhados em posições novas. Mesmo que alguém tenha visto a escada na prévia, cada pessoa tem exatamente 1/n de chance de receber cada resultado.
Essa ordem é o que torna o sorteio convincente. Cada participante decide num momento em que ninguém, nem quem organiza, pode saber aonde aquela linha leva, o que elimina a suspeita de que a distribuição estivesse combinada.
Sim, é um dos usos mais comuns, porque garante que cada pessoa presenteie uma só e receba de uma só. Com os mesmos nomes em cima e embaixo, em cerca de 2 de cada 3 sorteios alguém tira a si mesmo: aí, sorteie de novo.